Agosto não grita — ele sussurra.
É o mês em que o pó se torna remédio, em que o mistério veste palha e o silêncio se faz ensinamento.
É tempo de reverência a Omolu e Obaluayê — o Ancestral e o Jovem, o que guarda segredos e o que renova caminhos.
Juntos, eles regem a cura que vai além da matéria.
Omolu ensina no silêncio.
Obaluayê transforma com seus passos.
Ambos lembram:
a verdadeira cura vem de dentro,
no tempo certo, no chão sagrado, na fé.
Que neste agosto, a alma encontre alívio, o coração, escuta.
E que o invisível toque aquilo que mais precisa de luz.
Saluba Omolu. Atotô Obaluayê.
Que venham com bênçãos, cura e proteção.